Ontem, celebramos o nascimento temporal do nosso Rei eterno; hoje celebramos o martírio triunfal do seu soldado. […] A mesma caridade que Cristo trouxe do céu à terra fez subir Estêvão da terra ao céu.
São Fulgêncio de Ruspe.

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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/vhosts/jornadacrista.org/httpdocs/wp-includes/functions.php on line 6114Ontem, celebramos o nascimento temporal do nosso Rei eterno; hoje celebramos o martírio triunfal do seu soldado. […] A mesma caridade que Cristo trouxe do céu à terra fez subir Estêvão da terra ao céu.
São Fulgêncio de Ruspe.
Professo diante de Vós a minha fé, Pai e Senhor do Céu e da terra, meu Criador e Redentor, minha força e minha salvação, que desde os meus mais tenros anos não cessastes de nutrir-me com o pão sagrado da vossa Palavra e de confortar o meu coração.
São Pedro Canísio.
O Senhor satisfez a oração dos profetas. O Pai não desprezou a nossa raça mortificada; enviou do céu o Seu próprio Filho como médico.
São Cirilo de Jerusalém.
Que não vos detenham as coisas deste mundo, pois os bens do céu vos esperam.
São Leão Magno (Papa).
Hoje, o Evangelho nos apresenta a cura de Bartimeu, símbolo da condição de quem vive à margem de Cristo. Cego e mendigo, Bartimeu estava “sentado à beira do caminho” e só pôde aperceber-se da chegada de Jesus por causa da grande multidão que O acompanhava. A cegueira desse pobre habitante de Jericó sinaliza a nossa falta de fé, isto é, a incapacidade de enxergarmos a realidade à sombra luminosa de Deus, que nos revela o sentido e o valor verdadeiro das coisas do mundo; o Senhor nos desperta, por meio do dom da fé, para as riquezas espirituais que nos estão reservadas no Céu. Esta cegueira, como de resto não poderia deixar de ser, nos conduz à mendicância, quer dizer, ao estado deplorável em que, rejeitando aquela alegria eterna e perfeita que Deus deseja compartilhar conosco, nos apegamos às “esmolas” desta vida passageira: preferimos as migalhas e o pó aos bens celestes, à felicidade interminável dos filhos do Altíssimo.
Padre Paulo Ricardo.
Um homem cujo único desejo fosse ir para o céu nunca entraria nele. Há um trabalho a fazer sobre a terra.
Beato Severino Boécio.
Há algo mais contrário e mais oposto à razão, à justiça e à própria natureza, que amar mais a criatura que o Criador, que procurar os bens passageiros mais do que os eternos, as coisas da terra mais do que as do céu?
São Bruno de Colônia.
Os Anjos são mensageiros de Deus. Trazem Deus aos homens, abrem o céu e assim abrem a terra.
Papa Bento XVI.
Teu lar deve ser uma escada para o céu.
Santo Padre Pio de Pietrelcina.
Os anjos e arcanjos te transladaram. Ante teu traslado os espíritos imundos, que voam pelos ares, se estremeceram de espanto. Com tua passagem o ar ficou abençoado e tudo foi santificado. O céu, com gozo recebeu tua alma. As potestades celestiais saíram ao teu encontro, cantando hinos sagrados com festiva alegria e expressando-se com estas ou parecidas palavras: quem é esta que sobe toda pura, surgindo como a aurora, formosa como a lua e brilhante como o sol? Oh! Que formosa és e toda cheia de suavidade! O Rei te introduziu em sua câmara, onde as potestades te escoltam, os principados te abençoam, os tronos entoam cânticos em tua honra, os querubins se maravilham e os serafins proclamam teus louvores, já que, por divina disposição, foste constituída verdadeira Mãe do Senhor.
São João Damasceno.
A lembrança do céu deve estimular-te a grandes virtudes.
São Maximiliano Kolbe.
O alimento que agora recebes, este Pão vivo que desceu dos céus, é sustento para a vida eterna, e quem come deste Pão não morrerá jamais. Ele é o Corpo de Cristo.
Santo Ambrósio.
Todas as hierarquias do céu vos exaltam, ó Maria, e nós, que somos vossos filhos da terra, ousamos invocar-vos e dizer-vos: Ó vós, que sois cheia de graça, ó Maria, rogai por nós!
Santo Atanásio.
O caminho para o céu é o mesmo, onde quer que se esteja.
São Tomás Morus.
Guardemos fielmente o sábado do Senhor, quer dizer, aquilo que agrada ao Seu coração. Assim entraremos no sábado do grande repouso, no sábado do céu e da terra em que toda a criatura repousará.
Santo Afraates.
Porque nos havemos de admirar que o Espírito Santo esteja ao mesmo tempo conosco e no Céu, quando o corpo de Cristo está tanto à direita do Pai quanto conosco na Terra? O Céu recebeu o seu sagrado corpo, e a Terra o Espírito Santo. Depois de nos ter trazido o Espírito Santo com a sua Encarnação, Ele levou o nosso corpo para o Céu na sua Ascensão.
São João Crisóstomo.
Promover o homem aqui na terra, mas tendo o olhar fixo no céu.
São José Gabriel Brochero.
Compreende-se então o vínculo que existe entre o «dies natalis» de Cristo e o «dies natalis» de Santo Estêvão. Se Jesus não tivesse nascido na terra, os homens não teriam podido nascer no Céu. Precisamente porque Cristo nasceu, nós podemos «renascer»!
Papa Bento XVI.
Quanto mais te separares das coisas terrenas, mais te aproximarás das coisas do céu e mais riquezas em Deus encontrarás.
São João da Cruz.
Com esta parábola Jesus nos ensina que a vida na terra é um tempo para administrarmos a herança do Senhor e assim ganharmos o Céu. O significado da parábola é claro. Nós somos os servos; os talentos são as condições com que Deus dotou cada um de nós (a inteligência, a capacidade de amar, de fazer os outros felizes, os bens temporais…); o tempo que dura a ausência do patrão é a vida; o regresso inesperado, a morte; a prestação de contas, o juízo; entrar no gozo do Senhor, o Céu. Não somos donos, mas administradores de uns bens dos quais teremos de prestar contas.
Monsenhor José Maria Pereira.
O Céu sustente-me com os seus braços, porque sou mais honrada do que ele mesmo. Pois o Céu foi apenas o teu trono, não a tua mãe. Quantas vezes é mais digna de honra a Mãe do Rei do que o seu trono!
Santo Efrém.
Para ganhar o céu, todo sofrimento é pouco.
São José Calazans.
Fora da Cruz, não existe outra escada por onde subir ao céu.
Santa Rosa de Lima.
Eu vos vejo adormecida e não morta: vós fostes assunta, da terra ao Céu e, não obstante, não cessais de proteger o gênero humano… Mãe, permanecestes virgem, porque “Ele era Deus, aquele a quem vós destes à luz”. Assim atua, igualmente, vossa “morte viva”, tão diferente da nossa: somente vós – o que é mais do que justo – tendes o corpo e a alma íntegros, puros, incorruptos.
São Teodoro Estudita.
Pense bem. Fale o bem. Faça o bem. Estas três coisas, pela misericórdia de Deus, fazem um homem ir para o céu.
São Camilo de Lellis.
Quem quiser tocar o Senhor deve de antemão, na sua fé, colocá-Lo à direita de Deus, e o seu coração, em vez de O procurar entre os mortos, deve tê-Lo no Céu, uma vez que o Senhor subiu para o Pai e está sempre com o Pai.
São Máximo de Turim.
Se viveis na pobreza, na pureza e na obediência, resplandecereis com estrelas no céu.
Santo Afonso Maria Fusco.
Muitas vezes as graças e as luzes que recebemos ficam a dever-se a uma alma escondida, porque o Deus de bondade quer que os santos comuniquem uns aos outros a graça através da oração, para poderem depois dedicar uns aos outros um grande amor no Céu, um amor muito maior do que o de qualquer família da terra, mesmo a mais perfeita.
Santa Teresinha do Menino Jesus.
A terra se fecha em tempos de perseguição, mas o céu se abre; o anticristo ameaça, mas Cristo nos defende; sobrevêm a morte, mas segue-se a imortalidade.
São Cipriano de Cartago.
A terra nunca se parece tanto com o inferno como quando os seres humanos tentam fazer dela o céu.
Friedrich Hölderlin.
Preciso salvar a minha alma, isto é, ganhar o Céu, evitar a eternidade do inferno. Não há meio-termo. Salvar a minha alma é o fim da minha criação, da minha redenção, é o fim da minha vida.
São Pedro Julião Eymard.
Anima-te pois pelo desejo de sabedoria, como Maria: essa é uma obra maior, mais perfeita. Que as preocupações com o serviço não te impeçam de acolher a palavra vinda do céu.
Santo Ambrósio.
Por vós ó Maria, se encheu o céu e se despovoou o inferno.
São Bernardo de Claraval.
Quando se ama tudo é alegria, a cruz não pesa, o martírio não se sente, vive-se mais no céu que na terra.
Santa Teresa dos Andes.
A bondade divina é semelhante a um mar sem fundo nem limites, que me chama ao descanso eterno por um tão breve e pequeno trabalho; que me convida e chama ao céu para aí me dar àquele bem supremo que tão negligentemente procurei, e me promete o futuro daquelas lágrimas que tão parcamente derramei.
São Luís Gonzaga.