É preferível uma punição a um triunfo desonroso; a punição é dolorosa, mas por uma vez, enquanto o triunfo é para toda a vida.
Quílon de Esparta.

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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /var/www/vhosts/jornadacrista.org/httpdocs/wp-includes/functions.php on line 6114É preferível uma punição a um triunfo desonroso; a punição é dolorosa, mas por uma vez, enquanto o triunfo é para toda a vida.
Quílon de Esparta.
O homem – cada um dos homens – é este filho pródigo: fascinado pela tentação de se separar do Pai para viver de modo independente a própria existência; caído na tentação; desiludido do nada que, como miragem, o tinha deslumbrado; sozinho, desonrado e explorado no momento em que tenta construir um mundo só para si; atormentado, mesmo no mais profundo da própria miséria, pelo desejo de voltar à comunhão com o Pai. Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso do filho, abraça-o à sua chegada e põe a mesa para o banquete do novo encontro, com que se festeja a reconciliação.
São João Paulo II (Papa).